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Sonho ou realidade.

Acordo nu amarrado metido entre as pernas da minha tia deitada debaixo de mim despida da cintura para baixo com a cara tapada por um pano escuro vejo a sombra da mulher idosa nua andando á nossa volta enfia-me um tubo no cu empurrando a ponta pelo recto sinto entrar pelo intestino dentro profundamente a pica lateja dura tesa ela agarra nela com a mão coberta por uma luva de borracha apontando-a entre as bordas da cona da tia escorrego por ela dentro afundando-me nela té aos tomates sem poder fazer nada para o evitar gemo quase a vir-me bafejado pelo calor húmido da vulva abraçando a haste não aguento esporro sim esporro venho-me todo dentro dela sem poder fazer nada instintivamente empurro o caralho mais para dentro deixando sair os últimos jorros bem atolado no seu corpo octogenário ao mesmo tempo que o liquido jorra do tubo alagando-me o intestino num clister entorpecedor que me deixa de rastos fecho os olhos numa sonolência irresistível acordo deitado de pernas abertas com o Alfredo deitado no meio delas em cima de mim amarrado como eu os olhos vendados tenho uma chupeta enfiada na boca que liga por um tubo á boca dele com uma chupeta igual na ponta a saliva escorre da boca dele para a minha e da minha para dele numa troca constante a pica dele está sobre a minha latejando tesa numa dureza incisiva a mulher voga á nossa volta enfia-lhe o clister no rabo com violência arrancando-lhe um urro abafado pela chupeta que lhe enche a boca por inteiro aperta o caralho contra o meu desvairado o liquido quente invade-me também entrando-me pelo cu dentro numa torrente continuada apertamos muito os caralhos tesos um no outro com os corpos a tremer engolindo saliva mamando nas chupetas numa ânsia desmedida ele estremece vindo-se o liquido esguicha-lhe do caralho em jactos contra minha barriga escorrendo-me entre as pernas numa humidade viscosa sinto um arrepio venho-me também esporro com vigor contra a barriga dele o liquido corre célere empapando a pele nua entranhando-se nos pintelhos um do outro voltando adormecer para acordar deitado de buços sobre uma mesa naquilo que parece ser uma cozinha o Alfredo está ao meu lado nu como eu amarrado á mesa espojado sobre a pedra fria que nos arrepia os corpos a mulher idosa zanza qual sombra á nossa volta numa silhueta difusa tem uma seringa na mão tira a agulha num gesto vagaroso espeta-a no rabo do Alfredo que se contorce de dor ficando com ela enterrada na carne sem se deter ela dá-lhe uma palmada na outra nádega espetando-lhe outra agulha deixo de a ver por instantes até que sinto uma palmada no rabo queimando-me a pele nua espeta-me uma agulha calando o grito da minha boca açaimada cheia por uma bola entalada entre os dentes mordida com a violência da dor fina de outra agulha enterrando-se na carne a que se segue outra e mais outra cobrindo-me o rabo de agulhas todo espetado numa dor prolongada somos virados de lado ficando de frente um para o outro temos os caralhos tesos atados com uma corrente enrolada junto á base que os mantém apertados inchados junta as cabeças batendo nelas com a ponta dos dedos de forma repetida num castigo continuado esporramo-nos os dois o liquido escorre viscoso pelas glandes pingando sobre a pedra fazendo uma poça retira as agulhas uma a uma deixando-nos as suas marcas no rabo enfia-nos uma pipeta no anus injectando-nos um liquido que nos adormece a ambos no acto acordo estou deitado em cima do Alfredo com a cabeça metida entre as suas pernas tenho o caralho dele enfiado na boca latejando teso sinto o meu dentro da boca dele apertado contra a sua língua um pano negro cobre-nos por completo deixando-nos mergulhados na total escuridão mal consigo respirar o mesmo se passado com ele pelo barulho afogueado que sai da sua boca cheia pela minha haste tesa o tempo passa sinto uma dor no pescoço á quanto tempo estaremos assim? Paro de pensar acometido por uma vontade irresistível de me vir esporro-me na boca dele quase o afogando com a esporra esguichando contra a sua garganta por instinto empurro o caralho mais para dentro da sua boca levado pela tesão soltando um gemido logo abafado pelo liquido brotando intempestivo do caralho dele atirado contra a minha garganta numa torrente viscosa a haste dele pulsa tesa vindo-se inundando-me de esporra em jactos sucessivos correndo goela abaixo vazando pelos cantos da boca babando sobre os pintelhos dele colados no meu nariz totalmente empapados o cheiro de esporra entra-nos pelas narinas tomado conta de nós ali abafados debaixo do pano cobertos de esperma assim ficando com os caralhos na boca até ela nos destapar fazendo-nos caminhar atras dela nus levados por uma trela presa ao pescoço até ao quintal entrando na casota do cão situada ao fundo fico de pé as mãos atadas atras das costas com as pernas afastadas prende-me uns grampos nos mamilos unidos por uma corrente dói ai dói estou todo a tremer o Alfredo está de joelhos á minha frente puxa-o pela trela contra o meu caralho obediente ele agarra nele abraçando a cabeça com os lábios engolindo o mais que pode mamando num broche lento chupa-lhe o caralho cachorro ouço ela dizer autoritária erguendo a mão bate-me no cu com uma tira larga de cabedal com toda a força atingindo-me as nalgas com violência quase caio as pernas tremem-me quase a desfalecer impelido para frente com o golpe o caralho força a garganta do Alfredo entrando-lhe goela abaixo mergulhando totalmente na sua boca ele sopra na minha barriga com os lábios colados nos meus tomates afogueado sinto que me vou vir tento conter ela começa a enfiar-me um vibrador no cu empurrando lentamente abrindo-me o anus avançando ao longo do recto não aguento venho-me todo pelo cu não resisto reteso o corpo todo apertando o anus com toda a força na haste de borracha em contracções violentas ao mesmo tempo que esporro na boca do Alfredo ai sim! Esporro! Esporro! o liquido jorra jacto atras de jacto pela sua garganta abaixo saindo-lhe pelos cantos da boca numa substancia pastosa que lhe pinga pelo queixo em fios viscosos mama porco grita ela desvairada batendo na cara dele com a mão aberta puxando-o pela trela afasta-o empurrando-me obriga-me a ficar de gatas sobre o chão de pedra atiçando o Alfredo que vem sobre mim enfiando-me o caralho no cu com uma estocada certeira começando-me a enrabar com fodas rápidas qual cachorro sinto o anus arder com a fricção socado pelo seu corpo batendo contra o meu afundando-me o caralho todo no rabo deslizando ao longo do recto sem parar cada vez mais depressa a inunda-me de esporra vindo-se todo caindo sobre as minhas costas somos levados para cama deitados de frente um para o outro com um caralho de borracha enfiado no cu outro na boca assim ficando manietados cobertos pelas mantas devo Ter adormecido de novo acordo já não é o Alfredo que esta a meu lado agora é a mãe dele mulher baixa atarracada na casa dos sessenta mal a conheço está deitada nua com as pernas abertas a cona exposta totalmente parece dormir sinto o caralho crescer pulsando teso perante aquela visão não consigo evitar agarrado pela cintura sou colocado entre as pernas dela pela mulher idosa ajeitando-me a cabeça do caralho na entrada da cona da senhora enfiando-ma toda lá dentro sinto o toque quente da vulva abraçando-me o caralho começando foder instintivamente ela contorcesse ao ritmo das fodas apesar de adormecida aperta-me entre as suas coxas grossa de tez macia de forma ritmada retesando-se sacudida num súbito erguer de ancas vindo-se está-se a vir pensei sentindo o seu corpo gasto pelos anos tremer debaixo de mim esporrei no acto vindo-me quase em simultâneo lançando esporra na sua cona em jactos sucessivos gemendo todo afundado nela logo afastado pela mulher idosa desengatando-nos colocando-me deitado de pernas abertas sobre a cama enfiando-me o tubo duplo de clister no anus metendo a outra ponta no rabo dela ligando-nos pelo cu deixando-nos assim recebendo o liquido morno que escorria do recipiente pendurado no tecto entranhando-se espalhando uma sonolência irresistível sinto vontade de ir no banheiro erguendo-me pé ante pé caminhando nu pelo corredor no regresso ao passar junto ao quarto da minha tia arrisco entrar ela olha-me meia ensonada afastando as mantas devagar descobrindo as pernas abre as coxas lentamente revelando a mancha de pelos que lhe adorna a cona passando-lhe os dedos num gesto quase casual sinto o caralho entesar no acto balançado erecto sem que possa evitar um arrepio percorre-me súbito levo a mão á pica batendo á punheta na sua frente o caralho teso recorta-se na penumbra perante a sua cona toda aberta revelada ao olhar fixo entre as sua pernas punhetando numa cumplicidade inesperada fodendo num silencio quebrado apenas pelo aproximar do momento num coro de suspiros abafados sinto que me vou vir esporro ai sim esporro venho-me na sua frente o liquido jorra do caralho saltando no ar caindo sobre o soalho salpicando a madeira acompanhando o ranger da cama balançando ao ritmo do corpo dela a vir-se contraindo as carnes gordas de forma quase discreta sem espalhafato voltando a meter-se entre as mantas como se nada se tivesse passado virando-me as costas com o lençol mal lhe cobrindo o rabo deixando-lhe as nalgas todas á mostra depois de hesitar pouso a glande entre elas passando-lha no rego lentamente molhada de esporra correndo a pele quente macia deixando-a húmida surpreendido por um breve jacto babando sobre o seu anus num fio viscoso escorrendo-lhe pelo rego até ao lençol voltei para a cama com a pica ainda molhada de esporra passando-lhe os dedos na cabeça levando-os entre as nalgas espalhando a esporra que restava pelo cu ficando como ela com o anus esporrado adormecendo abro os olhos estou sentado no restaurante olho á minha volta o rosto do c emerge na minha frente do outro lado da mesa olhando para mim a meu lado o filho dele parece alheado do que se passa á nossa volta estou com o caralho teso de fora das calças escondido pela toalha que cai quase até ao chão inchando ainda mais perante a chagada da empregada com a comida pousando os pratos sobre a mesa não resisto largo um breve jorro de esporra sinto-a escorrer pela glande de forma embaraçosa olha-me como se soubesse o que me estava acontecer fazendo-me ficar com o caralho ainda mais teso afastando-se o rapaz vira-se a um sinal do pai fitando-me em silencio sinto a mão dele entre as pernas agarrando-me no caralho puxando-me a pele da cabeça para trás com suavidade deslizando os dedos bate-me á punheta perante o ar incentivador do pai estão ambos como eu com os caralhos tesos de fora das calças vislumbro o do c quando me inclino-me para apanhar a faca a sua imagem fica-me na retina emergindo entre as pernas dele erguendo-se erecto grosso grande quase o dobro do meu a mão do rapaz detém-se perante o aproximar de nova empregada agora uma mulher de aspecto asiático já de idade de corpo magro gasto pelos anos sem hesitar ela inclina-se sobre o c começando-lhe a bater á punheta disfarçadamente ao mesmo tempo que finge arrumar as coisas sobre a mesa ele contorcesse de olhos fechados abafando um gemido com os dentes cerrados vindo-se na mão dela que o larga de imediato avançando para nós agarrando os nossos caralhos com os dedos enrugados punhetando rápido fazendo o rapaz vir-se em meia dúzia de fodas sinto a sua perna tremer encostada na minha esporro também vindo-me dobrado sobre a mesa a esporra jorra das picas contra a toalha em jactos seguidos perante o palreio imperceptível da mulher incentivando-nos com uma voz aguda desagradável num tom autoritário na mesa ao lado duas senhoras de meia idade olham curiosas trocando segredos apercebendo-se do que se estava a passar indiferente a mulher senta o seu corpo magro num gesto rápido no colo do rapaz metendo o caralho dele pela cona dento começando a rebolar num ritmo frenético ao mesmo tempo que solta gritos agudos fodendo perante o olhar espantados das senhoras que de rosto vermelho ardendo de emoção assistem extasiadas o rapaz vem-se de novo esporrando dentro dela num lamento sentido sem perder tempo ela salta sobre mim agarrando-me o pescoço apertando com força quase me sufocando cavalgando na minha haste com o seu corpo magro vibrando deslizo na gruta dela correndo as paredes cremosas cheias com a esporra do rapaz aperta-me o nariz obrigando-me abrir a boca cospe-me contra a garganta de forma repetida sinto a saliva dela misturando-se com a minha num gosto a menta uma das senhoras da mesa ao lado junta-se a ela cuspindo-me para dentro da boca junto com ela venho-me vou esporrar não aguento mais olho a sombra do c na minha frente sendo cavalgado pela outra senhora da mesa balançando o seu corpo gordo em cima dele ao mesmo tempo que lhe bate no rosto chamando nomes sinto a esporra a jorrar fluente na cona da criada asiática inundando-lhe a vulva apertada ela fita-me voraz com o seu rosto magro enrugado retorcido vindo-se com ar animal soltando um grito de guerra detém-se num golpe de rins aprisionando-me com as pernas ao mesmo tempo que me põe na boca um pano com um cheiro estranho adormecendo-me acordo na cama do c deitado de costas com as pernas abertas apoiadas nos ombros dele como fazem as mulheres tenho o caralho dele enfiado no cu deslizando pelo recto dentro socando-me as pregas do intestino a cabeça furando cada vez mais fundo abrindo-me a cada foda balanço ao ritmo do seu corpo chocando contra a meu atirando os meu tomates contra a sua barriga bate-me á punheta ao mesmo tempo apertando o meu caralho teso entre os seus dedos numa cadencia suave sinto-me vir esporro sim esporro venho-me todo o liquido jorra escorrendo nos dedos dele saindo da cabeça do caralho numa torrente branca cremosa aperto o cu com força na haste dele de forma repetida contorcendo-me a cada esguicho o filho dele cospe-me na boca aberta ofegante enfiando-me a língua fundo rolando num jogo de línguas pausado senta-se no meu peito e bate-me com o caralho nos lábios de forma repetida enfiando-mo pela boca abaixo mamo devagar sugando a haste tremula com a cara colada nos pintelhos dele babando saliva pelos cantos da boca a cada arremetida socando-me a garganta inunda-me de esporra vindo-se sem aviso obrigando-me a engolir o liquido cremoso que sai do caralho em jactos grossos o c agarra-me as pernas soltando um grito abafado com um golpe de ancas impetuoso aperta-me contra si atolando-se no recto esporrando em jactos repetidos tira o caralho ainda a pingar afastando-se fico sozinho postado sobre a cama ouço a chuva batendo no vidro da janela sentindo a esporra escorrendo do anus num fio viscoso deixando no ar um cheiro forte que enche todo o quarto adormecendo........abro os olhos estou na cama sozinho todo esporrado vim-me durante o sono?????

E-mail= murmurios60@hotmail.com

Autor: Oficina dos Prazeres

 

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